Numa moção, aprovada em Assembleia-Geral, o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público defendeu que "a prática do Governo ao atentar contra a escola pública é apenas uma das faces de uma política que visa destruir o aparelho de Estado e privilegiar os interesses económicos dominantes".
Os magistrados públicos argumentaram que "a sistemática atitude do Governo de falta de diálogo e de respeito para com os professores não se diferencia de idêntica atitude que tem vindo a assumir perante os magistrados".
Estas declarações também descrevem perfeitamente os ataques do governo contra os Conservatórios.